sábado, junho 30, 2007

Aberta a tempora do melhores show's

Na Hípica: Zélia Duncan, Maria Rita, Lula Santos.

No Teatro da Caixa Econômica: Kleiton & Kledir, num reencontro após 7 anos separados.

Raves enlouquecidas prá todo lado.

O Clube do Choro arrebentando. Isso é Brasília!

sexta-feira, junho 29, 2007

Cafe del Mar - Jose Padilla - Adios Ayer

Friends. Essa é prá matar! >>Jose Padilla in Adios Ayer<<. Tenho o original. Um extraordinário disco. Dica. Comprem o CD Cafe Del Mar: Volume 6. Saiu no Brasil. Essa pérola belíssima é a 13.a faixa e carro chefe do trabalho de estréia do sensível Dj espanhol. Lindíssima música que só garimpeiros Globber Trotter acham, assim, por aí, nesse mundão de Dios.

Arranjo delicado.

Como a música pop espanhola está a frente dos demais povos europeus, nas pick-ups? É impressionante! Ouçam com atenção.

Eis a letra de AdióS Ayer.

Thinking of tomorrow
With the sunset in your eyes
I feel everything and sorrow
So I have to say goodbye

Didn't think that we would love like this
I never thought that I would care
Slowly now I read the writing
It can free us if we dare

If there is
New love
New ways
New changes in our lives
Those times will lst forever

If there is
New love
New ways
New changes in our lives
Those times will last forever
And ever

Didn't think that we could love like this
I never thought that I would care
Slowly now I read the writing
It will free us if we dare

If there is
New love
New ways
New faces in our lives
Those times will lst forever

If there are
New loves
New ways
New faces in our lives
Those times will last forever
And ever

O Site é aqui>>

Ah! E quem acha que Dj não sabe tocar é porque nunca me ouviram.

sexta-feira, junho 22, 2007

Joss Stone - Right to be Wrong

Para a minha amada virginiana, do meu signo e profissão, a grande amiga Tuca Ivanicska.
Segura a onda russa!

quarta-feira, junho 20, 2007

Um de dois

Mandrake na capital

Marcela Duarte
Correio Braziliense
20/6/2007

Pela primeira vez, série da HBO baseada em obra de Rubem Fonseca é filmada fora do Rio


Qualquer semelhança é mera coincidência. Quem chegou à cidade nesta semana foi um advogado-detetive que, em busca de uma garota de programa desaparecida, se vê às voltas com um esquema de prostituição que envolve políticos. O sujeito em questão é o célebre Mandrake, personagem do escritor Rubem Fonseca que virou série de televisão no canal pago HBO. O céu acizentado e a vegetação seca que cobrem a cidade nessa época foram cenários para as filmagens dos novos episódios, que servirão como final da primeira temporada.

Segundo o diretor José Henrique Fonseca, é a primeira vez que a equipe sai do Rio de Janeiro para gravar. “A experiência foi maravilhosa. A história se passa aqui. Tínhamos que vir e foi maravilhoso. A cidade é repleta de símbolos”, avalia.

A Cor Filmes ficou responsável pela produção local da série, desenvolvida pela Conspiração Filmes, do Rio de Janeiro. Desde a noite de segunda-feira, uma equipe de cerca de 18 pessoas, entre atores, diretores e técnicos, percorreu vários cartões-postais da cidade e alguns lugares ermos. Na noite de segunda-feira, a Ponte JK a Catedral Metropolitana de Brasília foram os locais escolhidos. A maioria das gravações era dentro de carros — com exceção de uma parada perto da Catedral para comer um churrasquinho, seguindo o roteiro assinado por Tony Bellotto. Na manhã de ontem, as filmagens foram em estradas de terra próximas à DF-140. Os diretores e técnicos sempre estavam atentos ao céu e à vegetação. “Aqui queremos mostrar o horizonte, a chapada, que é bem característica”, explicou Andréa Glória, produtora da Cor Filmes.

Entre uma cena e outra, água e frutas ajudavam a espantar o sol quente, a temperatura de 32ºC e a baixa umidade relativa do ar — que chegou a 25%. Mesmo com o contratempo do clima seco, não faltou ação. A atriz Daniela Galli, que interpreta Melissa no episódio, teve que dirigir em estrada de terra. A poeira não impedia que a cena fosse repetida várias vezes, até que tudo desse certo. “Foi tudo muito gostoso. A equipe é ótima e isso ajuda muito”, contou a atriz, que estréia em uma série.

A discrição ao gravar nem chegou a despertar os fãs dos atores. Nos locais mais movimentados, como o gramado em frente ao Congresso Nacional, pouca gente reconheceu o ator Marcos Palmeira, que estava de terno e gravata. Sorte mesmo teve o vendedor de picolés Reinaldo Gonçalves de Melo, 25 anos, que vendou de uma só vez R$ 30 em picolés de fruta para toda a equipe. Segundo ele, foi Marcos Palmeira quem pagou. “Quando eles chegaram, não reconheci, mas como ficou aqui mais tempo perto do carrinho, tive tempo para me lembrar dele, da época das novelas na televisão. Ele é bem simpático”, disse Melo.

Entre os atores e diretores que vieram do Rio de Janeiro, Marcos Palmeira foi um dos que menos se incomodou com o clima. Palmeira é irmão da cineasta Betse de Paula, que morou em Brasília por muito tempo e aqui fez, por exemplo, O casamento de Louise. “Eu já imaginava que estivesse assim. Conheço bem a cidade. Já trabalhei aqui nesta época”, contou.

Sucesso
A série, inspirada na obra de Rubem Fonseca, é exibida em um canal pago, mas os diretores e atores comemoram o sucesso de Mandrake. O ator André Barros, que também dirige o seriado, diz que acreditava no sucesso da série. “É um personagem muito forte e desperta a curiosidade nas pessoas de acompanhá-lo”, conta. Para Marcos Palmeira, nessa nova fase a equipe está mais madura.

Cínico e mulherengo

O advogado criminalista Mandrake é uma das criações mais famosas e populares de Rubem Fonseca — escritor (formado em direito) que marcou a literatura contemporânea ao trazer sua leitura muito particular dos romances policiais para a realidade brasileira e introduzir a violência urbana em sua páginas. Cínico, mulherengo e fâ de vinhos portugueses, o personagem apareceu pela primeira vez em um conto do livro O cobrador, de 1979. Reapareceria em A grande arte (1983), E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto (1997) e em Mandrake: a Bíblia e a bengala (2005). As mulheres, aliás, vivem virando a cabeça do sujeito — mesmo que sejam elas grandes suspeitas nos casos que se atravessam na frente dele.

Atriz fascinada com monumentos

Os monumentos da capital federal, que muitas vezes passam desapercebidos por quem vive em Brasília, foram bem explorados pela direção da série e emocionaram atores. A atriz paulista Daniela Galli, que estréia na série, visita a cidade pela primeira vez. Daniela, que estudou arquitetura, pôde realizar o desejo de ver monumentos como o Congresso Nacional, o Palácio da Justiça e o Complexo Cultural da República. “Foi uma emoção muito forte. São obras que eu adoro e que são belas pela grandiosidade e pela leveza”, contou Dani, ao mirar o Congresso Nacional.

Depois de passar por duas novelas globais — Páginas da Vida, como a médica Marília, que conquistou o coração de Bira (Eduardo Lago), e Paraíso Tropical, como Diana —, Daniela disse que está muito satisfeita por ter sido escolhida depois de testes para fazer parte do elenco. Antes das novelas, ela participou de dois curtas-metragens internacionais. Para ela, atuar em uma minissérie tem sido uma experiência completamente diferente. A atriz foi a única da trama que acompanhou Marcos Palmeira nas gravações em Brasília.

As outras filmagens com diálogos entre os personagens foram feitas em estúdios no Rio de Janeiro. “Se Melissa vai continuar e aparecer em outros episódios, não sei. Mas, na trama, ela virou uma grande parceira de Mandrake e espero que volte”, afirmou. Melissa, que aparece como uma prostituta no caminho do advogado criminalista, acaba revelando outra identidade no final da trama.

terça-feira, junho 19, 2007

Espaço Cultural presta homenagem ao samba

1º Sarau do ano valoriza clássicos do samba

Brasília - Um bom programa para esta segunda-feira: Sarau do Espaço Cultural. Os convites estão disponíveis no 21º andar do Anexo I, na Administração do Espaço Cultural; no Núcleo de Literatura, no 8º andar do Anexo IV; e na Biblioteca da Câmara dos Deputados. Mais informações pelos telefones: 321-8092, 3215-8080 e 3215-8081.

Sambas - Enredos Inesquecíveis é o tema do 19º Sarau do Espaço Cultural, que apresentará as 12 melhores composições de escolas de samba de todos os tempos. Um dos mais belos, Liberdade, Liberdade, com o qual a Imperatriz Leopoldinense venceu o Carnaval de 1989, foi uma criação coletiva e introduziu na MPB versos antológicos como estes:

Liberdade!, Liberdade!

Abre as asas sobre nós/

E que a voz da igualdade

Seja sempre a nossa voz!

Um outro samba Pra tudo se acabar na quarta-feira, da Vila Isabel de 1983 marcou pela emoção dos versos e melodia e consagrou em definitivo Martinho da Vila como um dos mais férteis compositores da MPB.

Esses são só dois dos grandes momentos da música de Carnaval que serão relembrados pelo sarau, que acontece nesta segunda-feira (18), às 20 horas no Teatro Garagem do Sesc (Quadra 913 Sul ). O evento contará com a participação de servidores e artistas da cidade, entre eles, Dinho, SamBrasil, Siqueirinha do Cavaco, Renata Jambeiro e Célia Rabelo.

Em sua 19ª edição, o Sarau do Núcleo de Literatura do Espaço Cultural já rendeu homenagens à Álvaro de Campos, heterônimo do poeta português, Fernando Pessoa, e Rubem Braga.

quinta-feira, junho 14, 2007

Poesia em fotografia

Fotografia do acervo do Museu da Câmara dos Deputados

Gabriel Gondim

Fotografia em cores
1997
40cm x 30cm

terça-feira, junho 12, 2007

Queen + Liza Minnelli - We Are The Champions

Campeões por viver, criar nossos filhos, sermos honestos, estar apaixonados, somos, portanto...
Esse é para um dia especial e para uma amiga especial que conheci a apenas uma semana.

sábado, junho 09, 2007

Rosana - O Amor e o Poder - Fantástico - 1987

Ahahahahahahahah

Cuidado que ela te pega, sô!

DALVA DE OLIVEIRA NA TV TUPI

A maior cantora do Brasil de todos os tempos.

Siouxsie and the Banshees - Dear Prudence

Ao vivo e com Robert Smith, na guitarra; que depois fundaria o The Cure.
Êxtase de interpretação do original do White Album dos Beatles que você pode conferir dois posts abaixo.

TOMORROW NEVER KNOWS-VIOLETA DE OUTONO

Outro filhote dos The Beatles em inesquecível show que assisti ao vivo, no Sesi, em Sampa.

The Beatles - Dear Prudence

The Beatles foram a usina geradora de uma revolução na música ocidental como a conhecemos hoje. A insuperável banda pop gerou duas boas crias que faço questão de citar: Violeta de Outono (São Paulo) e Siousxie and The Banshees (Grã Bretanha).

Before Today (Live)

Everything but the Girl. Chique, mas muito chique e sofisticado o som dessa dupla que é idolatrada há pelo menos 20 anos.

Darin - Everything but the girl

Para os apaixonados, eis uma ótima balada.

Sleeping beauty variations act i (kirov)

Zakharova é a mais bem acabada bailarina jamais vista.
Da Escola do Balé Kirov, que sucumbiu à política claramente direcionado pelos poderosos que, candidamente impuseram rios de dinheiro ao concorrente Bolshoi.
Nunca dantes a gente onde o Kirov e Zakharova passaram tinham visto - um corpo de baile com tão precisão e graciosidade.

Propaganda Duel

Lancei essa banda no La Cage em dezembro de 1985. Foi um bárbaro sucesso.
Naquelas alturas, os caminhos do pop estavam numa encruzilhada: O ruim e o muito ruim.
O Propaganda, dentre outras exclentes bandas inglesas, pós-Dark-Punk, inocularam sangue novo nas veias comerciais do pop-rock em crise pré-familentar, por absoluta falta de novas propostas.
Curtam e notem que a vocalista tem exatamente o mesmo timbre da Tracey Thorn, crooner e alma do Everything but the Girl, que meu amigo Carlos Barreto, gosta muito. Oh yeah!!

Oya! Epahei!!!!

Axé visitantes.

sexta-feira, junho 08, 2007

bjork - bachelorette

Um dos melhores clip's de todos os tempos. Esse é prá Cris.

quinta-feira, junho 07, 2007

Sobre Macondo

Sem Solidão

Foi em Alexânia, cidadezinha a 90 quilômetros de Brasília, a festa no Hotel Fazenda de meu amigo, jornalista e cineasta Ronaldo Duque.
Macondo - a Vila mágica onde se desenrola o enredo do livro do mestre Gabriel Garcia Marques, o Gabo, é também o nome do recanto de Duque.
A festa promovida foi em comemoração aos 40 anos da publicação de "Cem Anos de Solidão", a obra-prima do único Nobel de Literatura de um latino-americano.



Comidas típicas da Colômbia, Lambrusco e Jhonny Walker Black, tintos Concha y Toro, cervejas geladas e muito papo alegre, com uma grata surpresa. Por lá apareceram a Leila Jinkings e seu marido, o médico e militante do PC do B, Sidnei Liberal. Duas pessoas prá lá de especiais.









No domingo, pela manhã, fomos em caravana, a Olhos D'água, distante 18 quilômetros de Macondo, onde a Prefeitura realizou na Praça central da cidade a 68.o edição da Feira do Troca. Um fuzuê cultural-comercial, onde o escambo imperou e a arte aflorou pelos pólos.



Duque, como era de se esperar, surpreendeu moradores e turistas ao levar, em seu belo ônibus Mercedes-Benz, 1975, completamente restaurado e todo original, chamado de Pryscilia - A Rainha do Cerrado -, uma trupe absolutamente fantástica que invadiu o gramado da praça.



Foi um sucesso retumbante. Duque estreando sua nova Panasonic de última geração, e eu, com minha surrada Sony, velha de guerra.







No intervalo, tomamos umas cervejas estupidamente geladas num barzinho batizado de "Negócios de Domingo", genial.

Como o povo goiano é criativo!

Filmamos tudo. Estou editando o material e vou publicá-lo nesse espaço. Aguardem.

Vejam os pergaminhos que resumem o que foi a festa de três dias e três noites.

New Order - krafty

Retomando os trabalhos por essas bandas.
Depois de belo puxão de orelha de minha mais nova amiga da blogosfera, a Cris Moreno, retomo a pegada com um clip de minha banda predileta do pop, o New Order, que infelizmente e, para desespero de seus fãs espalhados no mundo, anunciou semana retrasada que chegou ao fim da linha.
Fiquem com Krafty, do último álbum.